Falando sobre mais dois tipos de fundos: cambial e de ações.
Fundos cambiais, normalmente, tentam acompanhar a variação cambial do dólar. Não gosto deste tipo de fundo. Não invisto. Pelo que percebo, talvez seja interessante para quem tem dívida em dólar fazer um aporte para que numa eventual disparada do dólar você não venha ver sua dívida triplicar e não ter como pagá-la. Mas, sinceramente, penso que para nossa categoria de investidor, não faz sentido.
Fundos de ações. Talvez seja o fundo que desperte mais interesse e ao mesmo tempo receio nos novos investidores.
Este interesse pode ter várias origens. Provavelmente uma delas vem do fato de todo dia vermos o William Bonner e, agora, a Patrícia Poeta anunciando que a Bovespa subiu X% ou caiu X%. Uma outra vem do nosso dia a dia, em que as vezes escutamos alguém no almoço dizendo que ganhou/perdeu X% com ações da ABC.
Fundo de ações, nada mais são do que fundos nos quais os gestores compram ações de determinadas empresas.
O mais importante nessa questão dos fundos de investimentos (RF, DI, Ações ou Cambial) é observar, atentamente dois pontos fundamentais: 1) taxas cobradas do investidor; 2) carteira do fundo, ou seja, onde o fundo vai colocar seu dinheiro. Ambas informações devem ser claramente informadas pelo fundo, e assim é feito. Estão lá, claramente identificadas.
Nos próximos post vamos começar a falar sobre investimento em tesouro direto e mais adiante vamos entrar em investimento em ações. Em ambos os casos vamos tratar sobre como comprar títulos do governo e ações das empresas diretamente, a partir do seu computador.
Até o próximo post.
Abs.
VBraga.
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